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Conte seu caso

Dividir o seu momento difícil e ouvir conselhos de quem já passou por problemas semelhantes, pode ser a melhor forma para uma decisão segura.
Conte seu caso

Filiação
15 de agosto de 2013
Minha mulher beija meu filho na boca!

Roberto é casado e tem um filho. Sua esposa é ótima mãe, mas tem mania de beijar o filho na boca e isso deixa Roberto muito incomodado. Ele afirma que não tem ciúme, mas acredita que não é bom para a formação do filho, principalmente agora que está entrando na adolescência. Roberto já conversou com a esposa, mas ela acha tudo “ridículo” e se nega a respeitá-lo. Vc tem um conselho para Roberto?

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  1. Boa tarde a todos!
    Infelizmente, não poso ajudar o Roberto, porque a duvida dele é a minha.
    Também sou contra a mãe beijar o filho na boca, eu acho “ridículo e se ato”, desculpe minha senhora!
    Eu tenho uma filha e quando el era pequena, só queria beijar na minha boca e até fechava os olhos como nas nos e nos filmes, eu me esquivava, ficava com vergonha e sem jeito de explicar que ela não podia fazer aquilo comigo….E tem gente que diz: que nada, deixa de ser ridículo!

  2. claudia disse:

    Eu beijo minha filha na boca e meu marido tambem, desde sempre. Ela hoje tem 13 anos e é um selinho apenas, uma beijoquinha de carinho que só nós tres temos e com respeito a todos, isso nao tem nada de sexual ou de grave.
    Tem tanta coisa para se preocupar, por que dar tanta atenção para o que é um ato natural em tantos lugares do mundo? Ninguem está falando de beijo de lingua, de beijo sexual, de beijo homem-muher…
    Nao veja por esse lado, veja elo lado de carinho e afeto, respeito e admiraçao.

  3. Milene Dutra disse:

    Na minha família sempre foi assim. Meus pais me beijavam na boca e para mim isso era normal, era coisa de família. Beijo meus filhos na boca sim! É um beijo meigo, que demonstra carinho e proximidade. Um beijo de “pode contar comigo” sempre, de uma conexão especial e eterna! É beijo de mãe!

  4. luciano disse:

    Vc esta certo, ela so acharia que vc esta errado se fosse vc a beijar seu/sua filha(o) na boca quando eles tivessem entrando na adolescencia. Chame ela p/ conversar + ore antes.

  5. Lidi disse:

    Acho horrível este costume de beija filho na boca. Acho nojento e prejudicial.

    Inclusive, muito psicólogos concordam que essa atitude pode trazer mais malefícios do que benefícios.

    Fico constrangida quando presencio este ato. Tenho vontade de sair correndo ou repreender qm faz.

  6. Levi Acioli de Araujo disse:

    Quando eu ainda era criança, com 10 anos de idade ao asistir uma telenovela onde Tarcizo Meira e Glória Menezes se beijavam na boca, eu me sentia excitado sexualmente, me sentindo surpreso com aquela reação em em meu organismo. E eu ouvia o mesmo dos meus colegas. E ninguem nem se quer imaginava que existia o tal beijo de lingua (década de 60). Só em imaginar os nossos lábios tocando nos lábios de uma mullher nos excitava sexualmente. Daí sempre encarei o beijo na boca, o toque dos lábios como um beijo do amor conjugal, e não do amor maternal e filial.

  7. viviane disse:

    Se for selinho muito rápido é aceitável, mas demorado tem outra conotação, assim como beijar orelhas e pescoço, não são carinhos de mãe e pai e sim de casal pois é considerado preliminar, provoca arrepio, sensações que não devemos provocar nos filhos.

  8. viviane disse:

    Selinho muito breve é normal, que não se demore. Beijo na orelha e pescoço é prejudicial, é preliminar, não é carinho de pai e mãe, na minha opinião.

Divórcio, Pensão Alimentícia, Traição
5 de agosto de 2013
Criei filho de outro achando que era meu!

Rômulo foi traído durante o casamento e sua mulher engravidou do amante. Ao descobrir que o filho não era seu, Rômulo pediu indenização por danos morais contra a mulher e o amante, além de pedir que ela devolvesse todo o dinheiro que sustentou o “filho” até os dias de hoje. O STJ condenou a mulher a pagar indenização, mas excluiu o amante que não tinha qualquer dever de fidelidade com Rômulo. O Tribunal também negou o pedido de devolução dos alimentos pois, para todos os efeitos, Rômulo é o pai socioafetivo da criança, além disso, o valor dos alimentos nunca se devolve pela própria natureza.

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