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Conte seu caso

Dividir o seu momento difícil e ouvir conselhos de quem já passou por problemas semelhantes, pode ser a melhor forma para uma decisão segura.
Conte seu caso

Famílias Múltiplas, Guarda e Visitas
21 de outubro de 2012
Minha enteada me odeia…

Vanessa tem três enteados: dois meninos e uma menina. Ela tem boa relação com os dois mais novos, mas a enteada adolescente é muito autoritária e, quando está em sua casa, não a obedece, e ainda faz comparações com sua mãe, quanto à culinária, roupa, cabelo e, agora, começou a implicar com o corpo. O pai chama a atenção da filha, mas evita brigar pelo pouco tempo que tem para estar com os filhos. Vanessa chora escondido e pensa em sair de casa nos dias de visita, mas tem medo de nunca enfrentar o problema, que poderá se estender para sempre. Você tem um conselho para Vanessa?

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Divórcio, Pensão Alimentícia, Traição
16 de outubro de 2012
Acho que ele está me traindo…

“Camila” está desconfiada de que seu marido esteja saindo com outra pessoa. Há meses eles não têm relações sexuais, apesar dela usar meios de sedução. Ela está pensando em contratar um detetive, mas tem medo de confirmar a traição e ter que conviver sabendo da realidade, pois não pretende se divorciar por três motivos: ela ainda ama o marido, se acha “velha” para um novo relacionamento e receia pela queda do padrão de vida de sua família. Você tem um conselho para “Camila”?

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Famílias Múltiplas, Filiação
5 de outubro de 2012
Adotei uma criança e me arrependi!

Adriana é casada e sempre teve dificuldade para engravidar. Após muitos tratamentos, resolveu adotar uma criança. Só que Adriana engravidou, e após o nascimento de sua filha biológica, ela se sente culpada por não amar da mesma forma a filha adotiva. Confessa estar arrependida da adoção e pensou em devolver a criança. Ela não pode contar para ninguém este sentimento, nem mesmo para o seu marido. Você tem um conselho para Adriana?

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  1. marta disse:

    se ainda puder, devolva imediatamente porque tem outras mães que podem oferecer uma melhor criação.

    • Juliana disse:

      Não concordo Marta. É preciso entender as motivações reais desse arrependimento. O que a motivou à adotar? O desejo de ser mãe ou apenas um “prêmio de consolação” por não poder gerar uma criança? Você entregaria seu filho biológico após o nascimento pq “se arrependeu” de a ter gerado? Deveria ser encarado da mesma forma! Gerado ou adotado, os deveres deveriam ser os mesmo!

  2. Alessandra disse:

    Tenho um conselho sim: entregue as duas crianças para adoção, pois vc não consegue amar, não merece ser mãe! Adotou para tapar o buraco da infertilidade e não pq queria realmente ser mãe!

  3. Glaucia de Oliveira disse:

    Tenho sim…
    Jamais ela deveria ter se tornado mãe, jamais deveria ter adotado.
    E digo mais é melhor devolver a filha adotiva e se pretende ter mais filhos biológicos é bom já dar a bebe em adoção, porque amamos de maneira diferente cada filho .
    Sou mãe adotiva de 3 se sei da angustia da espera, talvez essa criança nem tenha mais a chance de ser amada como filha, se já for mais velha.
    Pedra de gelo no lugar do coração.

  4. Juliana disse:

    A chegada de uma criança traz a tona milhões de questões. A criança que se idealiza, não é a que chegou. A mãe que vc idealizou ser, não chega perto do papel que você está desempenhando (pq é cansativo, pq é desafiador). O pai que você imaginou que seria o seu companheiro, não é o que se materializa do dia a dia. É preciso alinhar as expectativas e imprescindível um bom acompanhamento com um grupo de apoio à adoção e/ou aconselhamento psicológico. Depressão pós adoção é tão comum quanto depressão pós parto. Procure ajuda! Essa criança não merece passar por mais situações de desamor e rejeição!

  5. Karla disse:

    Ridículo! Ser mãe não é apenas parir. Acho absurdo ela não amar a filha adotiva do mesmo jeito. Não deveria ter adotado então, pq não faltam casais que gostariam de ter essa dádiva e passam anos esperando na fila!

  6. Monica Reis disse:

    Acho que os sentimentos que temos são válidos e devem ser respeitados. Nada será abafado para sempre e não há como dissimular uma questão como esta.
    Vale a pena conversar com seu marido, pessoas de confiança e talvez até um terapeuta que possa te ajudar nesse processo de aceitação ou não desta criança. Mas passar a vida sem encarar estes sentimentos não ajudará. A criança sentirá a rejeição e isso será pior, pois o abandono velado é muitas vezes pior que o abandono real, que poderá devolver a ela a chance de ser amada de verdade e intensamente. Não se sinta culpada pelo que sente, faça algo.

  7. VERA disse:

    talvez na sua velhice esta criança será a única a te amparar.

  8. Jennifer disse:

    Sou louca para adotar uma menina….da ela pra mim! rs

  9. ana disse:

    Adotei e me arrependi também… minha vida hoje é um inferno!!! passei por varias humilhações e passo ate hoje. Ela atualmente tem 17 anos e é desprovida de sentimentos, só aprontava e a entreguei para um abrigo. Fui condenada, por familiares e a sociedade, mas só eu sei o que eu passei. Alias ela continua lá… condenar e criticar é fácil, difícil é levar pra casa e conviver com um ser assim. Ai ninguém quer.

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