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  • Lúcia Deccache é advogada, especialista em Direito de Família e Direito da Criança e do Adolescente

PERFIL

Olá, meu nome é Lúcia Miranda. Sou advogada e, acima disso, sou mãe, esposa, madrasta, filha, enteada, irmã, nora, tia, sobrinha, prima e dona de casa.

O site acontecenasmelhoresfamilias.com é uma realização profissional de 16 anos de experiência na área do direito de família e da criança e do adolescente, em que me especializei pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro em 1999. Durante esse período, diversas vezes fui contratada para usar o processo como forma de vingança, por casais investidos em prejudicar o outro, seja em âmbito pessoal como patrimonial. Eu era a arma dos meus clientes contra o ex-cônjuge.

Com o nascimento do meu terceiro filho temporão, conciliando os meus quarenta anos de idade, não havia mais espaço dentro de mim para apoiar brigas entre casais. A maternidade somada à maturidade me desarmou e me tornei um péssimo arsenal de guerra. Passei a olhar o direito de família como norma de proteção à família como um todo e não aos seus membros isoladamente. O que é bom para a família é bom para os seus membros e, o que é bom para seus membros, nem sempre será bom para a família.

Diante da bandeira branca em prol das famílias e a decepção de seus membros a espumarem por uma batalha judicial, nasceu o site acontecenasmelhoresfamilias.com, para possibilitar o conhecimento da lei e de experiências vividas por outras famílias que passaram ou passam por problemas semelhantes, o que poderá contribuir para uma decisão mais segura sobre a continuidade da relação e a melhor forma para a sua dissolução.

Espero que tirem bom proveito do site. Contem comigo.

Um abraço,
Lúcia Miranda

 
Livros
2 de dezembro de 2008
Direito Fundamental da Criança e do Adolescente: “o cuidado”
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REVISTA DO ADVOGADO N.101 /AASP

Artigo: A Garantia Constitucional da Convivência Familiar e a Proibição do Retrocesso.

Autora: Lúcia Miranda

1. Introdução; 2. A abrangência do direito à convivência familiar; 3. Obstáculos à convivência familiar; 4. Da proibição do retrocesso; 5. Conclusão. (pg 55)

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