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Divórcio, Filiação, Guarda e Visitas
28 de março de 2016
Rocco, filho de Madonna, ganha voz…
Enviado por Lucia Miranda

O filho da cantora Madonna decidiu morar com o pai. Rocco tem 15 anos de idade e foi visitar  Guy Ritchie em Londres, como de costume. Só que, dessa vez, ele preferiu ficar por lá e, com o apoio de Ritchie, se matriculou numa escola londrina para não retornar ao lar materno, em Nova York. Madonna procurou a justiça para exigir o retorno de seu filho e o caso está sendo julgado pelo tribunal norte-americano.

No Brasil, a  distância de moradia dos pais divorciados não contribui para o tempo de convivência equilibrado com os filhos. Neste caso, o juiz deve levar em conta a opinião deles a partir dos 12 anos de idade, considerados adolescentes pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

No entanto, a escolha dos filhos deve ser avaliada pelo promotor e pelo juiz para excluir algum prejuízo para a formação dos jovens, tendo em vista o melhor interesse destes.

No caso de Madonna, a justiça de Nova York decidiu dar voz a Rocco, garantindo a permanência temporária na casa do pai até a audiência judicial, marcada para junho, quando será decidido com quem ele fica.

Antes disso, só se houver acordo entre os pais… torcemos pelo acordo!

 

por Lúcia Miranda

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Famílias Múltiplas, Guarda e Visitas
24 de março de 2015
Saudades da Diana
Enviado por Lucia Miranda

O avô príncipe Charles está sendo impedido de ver o neto George. De acordo com os jornais britânicos, Charles afirma que seu filho William está passando por um processo de “Middletonização”, rejeitando a própria família e valorizando a da esposa, Kate Middleton.

No ano passado, a mulher de Charles (Camilla Parker) fez severas críticas às internações de Kate durante a gestação. Esse conflito, entre as ex-plebeias, prejudicou a relação do jovem casal com Charles e ainda levou a imprensa, protecionista de Kate, a divulgar sobre o alcoolismo de Camilla.

Bom, no Brasil também é comum os pais (ou um deles) afastarem os avós (ou um deles) da criação dos netos por algum tipo de represália. Se não houver risco para a criança, é possível que os avós prejudicados obtenham na justiça o direito de visitar os netos e, o período dessa convivência, vai depender do caso concreto.

Se aplicássemos a lei brasileira ao imbróglio real, os pais do pequeno príncipe poderiam alegar riscos nas visitas ao palácio, por causa do vício de Camilla. Com isso, Charles poderia pedir para visitar o neto sob a supervisão dos próprios pais ou sem a presença de sua esposa, preservando o vínculo do pequeno George com o avô… Direitos, tanto da criança, quanto do idoso. Essa é a maior prova de que dinheiro e poder não trazem felicidade!

Por Lúcia Miranda

Escritório Agree

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Guarda e Visitas
13 de março de 2013
Qual a cor do pó branco de Chorão?
Enviado por Lucia Miranda

A morte do vocalista da banda Charlie Brown Junior foi anunciada com ênfase na cor do pó branco encontrado ao lado de Chorão, tão relevante como a cor do cavalo branco de Napoleão.

Ora, se não podiam dizer cocaína antes da perícia, melhor não terem dito nada… ou seria o talco do Chorão?

Não vou adentrar no explorado depoimento da ex-esposa, sofrida, que na tentativa de se eximir da culpa pela morte, acabou responsável por matar o pouco que ainda restava ao ídolo: a sua imagem. Prefiro focar na relação de pai e filho.

É bom ficar claro que o uso de drogas é motivo relevante para a perda da guarda dos filhos e pode até justificar a suspensão de visitas.

Neste caso, a mãe que detém a guarda deve fazer com que o filho compreenda o desvio paterno. Pode até suspender as visitas se houver algum risco momentâneo, mas deve trabalhar para que o filho ame o pai, com todos os seus defeitos, e estenda a mão ao invés de virar-lhe as costas.

A solidariedade na relação familiar pode transformar a cocaína numa lição de não fazer e essa foi a bonita mensagem deixada pelo filho de Chorão, Alexandre.

Pena que isso não dá Ibope…

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  1. roberta sant anna disse:

    ñ sou a favor mais tem uma pessoa q conheço q é um grande pai e nunca deixou nada faltar ao filho…é responsavel e carinhoso e tem a guarda do filho desde q ele era pequeno pois a mãe o abandonou e infelismente ele tem esse vicio…sei q esse é um caso isolado q nem sempre é assim mais só quero com isso dizer q ñ podemos julgar as pessoas pelo vicio temos sim tentar ajudar a se livrarem dele mais sem julgar pois tem muitos q trabalham e tem uma vida digna mais ñ conseguem se livrar da droga…pense um pouco ñ julgue em vez disso tente ajudar a fazer essas pessoas a enchergar q isso só faz mal

  2. 1985 disse:

    Se as drogas fossem algo raro na sociedade o narcotráfico não teria o poder de um estado paralelo.
    A discriminação ao usuário de drogas causa um efeito bola de neve, pois a ausência dos familiares é suprida por um uso mais freqüente da droga.
    Fato é que assim como existem alcoólatras e pessoas que bebem e não passam por problemas em relação a isto, também existem pessoas que usam drogas sem que estas cheguem a ser um transtorno.
    Alguns desenvolvem compulsão por comidas, compras, sexo e outros por drogas.
    Assim como o problema não é com a comida, o capitalismo e o sexo, também não está na droga