Nenhum banner cadastrado


Seus Direitos

Dicas jurídicas sobre diversos temas de direito de família em linguagem acessível para uma decisão segura.

Conte seu Caso

Quem nunca passou por um problema familiar? Sua experiência pode ajudar outras famílias.

Clique Aqui
blog
O custo de ser princesa

 O polêmico príncipe Harry se encantou pela atriz Meghan Markle e sua carreira pode estar com os dias contados caso ela [...]

Leia Mais
A Guarda Compartilhada reduz o valor da pensão? E agora, Lúcia?
 

Blog

  • por Lucia Deccache
  • Enquete
  • O que vc faria se amasse alguém fora do casamento?
    Loading ... Loading ...
Famílias Múltiplas, Filiação
29 de abril de 2014
Procura-se o PAI
Enviado por Lucia Miranda

O noticiário tem divulgado inúmeros casos de mulheres cruéis, cujo ciúme de um passado materializado no filho do primeiro casamento, leva à loucura, ao desespero e à vontade de apagar a história de um amor que acabou, mas que existiu. Existiu!

Sou madrasta, mas também sou mãe. Fui enteada e tenho mãe. Posso afirmar, com segurança, pela experiência pessoal e profissional, que a figura do pai é fundamental para o equilíbrio dessas relações.

Temos o costume de apontar para um culpado em casos trágicos como o que ocorreu com o menino Bernardo, assassinado por sua madrasta e uma comparsa. Mas não podemos livrar da mira o Juiz, o Ministério Público, o Conselho Tutelar, o Estado, a sociedade, a vizinhança e o pai… o PAI! É sobre este que eu quero falar…

Num processo de adoção, o Estado avalia a capacidade de quem pretende adotar uma criança, através de um longo processo de habilitação, com estudo social e psicológico para autorizar o exercício do encargo de cuidar de uma criança. Quando um pai escolhe uma mulher para conviver com seu filho, a responsabilidade é dele sobre a pessoa eleita! O Estado confia no pai para essa avaliação, do contrário, submeteria a madrasta à tal processo de habilitação.

Isso significa que para uma madrasta chegar no ápice da loucura, a ponto de matar seu enteado, dá para imaginar o que já vinha fazendo com o menino que, no caso, sequer tinha mãe para defendê-lo… mas tinha pai. Cadê esse pai? É ele o responsável sim! Não pela execução do homicídio, mas pela tortura diária que levou seu filho à morte. Não importa se agiu para o assassinato, o que importa é que não agiu para evitá-lo.

Bernardo morreu à procura de seu pai…

por Lúcia Miranda

advogada e mediadora

Escritório Agree

 

Faltam caracteres.

aviso

  1. Luís Maurício disse:

    Formidável!!!

Diversos
4 de abril de 2014
Mulheres, eles querem as crianças!
Enviado por Lucia Miranda

Prezadas mulheres, revoltadas com o resultado da última pesquisa sobre estupro no Brasil, podem se vestir e parar com o oportunismo em busca da fama. Eles não nos querem!

Valorizem-se e não participem desse jogo de ofuscar o que realmente é relevante sobre o tema: eles querem as crianças!

Segundo o levantamento realizado pelo próprio IPEA, as mulheres adultas representam 29,9% das vítimas de estupro no Brasil. Os outros 70,1% são… crianças e adolescentes!!! Sendo que 50,7% têm menos de 13 anos e, para piorar, 70% dos estupradores são pais, padrastos, amigos… amigos??? Essas pessoas usam a força física, espancamento e ameaças contra as pequenas vítimas para o ato sexual.

Paralelamente a esta séria e grave estatística, o mesmo órgão de pesquisa realizou um questionário de percepção social com algumas perguntas descabidas do tipo: “O homem pode gritar ou xingar a sua própria mulher?”; ou “Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher?” e por aí vai. As duas últimas perguntas, as que ganharam fama nacional, foram: “Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas?”; e a outra: “Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros?”. Faltou perguntar: “Se as crianças se comportassem haveria menos estupro?”; ou “Se o papai não visse a filha se vestindo ela seria menos atacada?”.

Meus caros, o grande problema não é o machismo, é a PEDOFILIA!!! Essa, sim, deveria ser a pauta para o noticiário, para o discurso da presidente, para os programas de TV… mas, infelizmente, neste país, nossas crianças não têm voz!

Lutemos por elas… vestidas, por favor.

por Lúcia Miranda

advogada e mediadora

Escritório Agree

 

Nenhum comentário
Faltam caracteres.

aviso