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  • por Lucia Deccache
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  • O que vc faria se amasse alguém fora do casamento?
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Divórcio
14 de abril de 2013
Desquitefobia
Enviado por Lucia Miranda

Nasci em época que mulheres desquitadas eram discriminadas. Amigos lhes viravam as costas, elas perdiam a guarda dos filhos, sofriam violência física e moral nas ruas e os filhos (me incluo aí) eram discriminados nas escolas pelos colegas cujos pais, felizes ou infelizes, se mantinham casados.

Não me lembro da bandeira da criminalização dessas condutas…

O “habeas corpus” do casamento foi promulgado no final de 1977 com a Lei do Divórcio. Conquistamos a liberdade legal, mas faltava a social e, neste ponto, o seriado Malu Mulher serviu como um canal para divulgar os bastidores da vida dessas mulheres, sem pieguismo ou vitimação. Aos poucos fomos adquirindo respeito e admiração, independente da condição de casada ou divorciada, a tal ponto que a liberdade de ser feliz falou mais alto do que a fachada do casamento, o que levou a uma enxurrada de divórcios e, o que era a regra, passou a ser exceção.

Com a conquista, não me recordo de mulheres se expondo com outros homens para imporem direitos já obtidos. Fomos inteligentes para conquistar a igualdade por reconhecimento e não empurrando goela abaixo da sociedade uma aceitação sob pena de prisão. Se o termo é conquista, o caminho não é este.

Sinto um momento parecido no ar…

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Divisão de Patrimônio, Divórcio
9 de abril de 2013
O genro do Rei
Vá te Qatar!
Enviado por Lucia Miranda

O genro do rei da Espanha é acusado de desvio de verba pública enquanto presidia a Fundação Nóos. O rei Juan Carlos, tentando se livrar do nome sugestivo, já mandou avisar: Nóos é o caray!

Enquanto o agregado do trono não fica impedido de sair do país, o elegante monarca arrumou um jeito de mandar o genro pro Qatar! Sim, porque o rapaz é ex-atleta de handebal e foi “convocado” para participar da equipe técnica na seleção daquele país. Criativo…

No direito brasileiro, para proteger o patrimônio dos filhos que se casam pelo regime de comunhão universal com pessoas de conduta duvidosa, recorre-se à cláusula de incomunicabilidade. Com isso, em caso de divórcio, o genro ou a nora não teria direito à metade dos bens doados ou deixados por herança gravados com tal cláusula, apesar do regime amplo. Nos demais regimes de bens, herança e doação, em regra, já não entram na partilha.

Para essa restrição ao cônjuge do filho(a), é preciso fundamentar expressamente sobre o risco de sua conduta ao patrimônio deixado. Razões discriminatórias como raça, religião ou opção sexual, não são considerados motivos justos, muito menos se for um mal educado.

Neste último caso, só vai sobrar o Qatar… ou pode mandar pra outro lugar!

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União Estável
5 de abril de 2013
Infelizciano
Enviado por Lucia Miranda

Marco Feliciano serviu para fechar os olhos da sociedade e abrir portas de armários. Ao assumir uma inócua comissão sem poder de decisão, abafou a nomeação dos condenados no mensalão, José Genoino e João Paulo Cunha, para a importantíssima Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania.

É claro que o infeliz Feliciano não combina com direitos humanos, não só pelas afirmações que induzem ao racismo e à homofobia, mas pela forma com que vende um lugar no céu para fiéis que sequer têm um lugar ao sol. Lamentável.

Com a polêmica, houve uma avalanche de protestos gays fazendo surgir dois extremos: de um lado, o lobo com pele de cordeiro, de outro, o veado com pele de onça… Melhor manter o nível no estilo cantoras de MPB, pois se o debate virar baixaria – beijaços sem amor – cairemos nas garras do lobo.

Pensem comigo: o Supremo Tribunal Federal já equiparou as uniões homoafetivas às uniões estáveis; o Superior Tribunal de Justiça acaba de determinar a competência das varas de família para julgar os conflitos decorrentes dessas uniões; o Conselho Nacional de Justiça já determinou aos Tribunais de Justiça Estaduais que regularizem o casamento gay perante seus cartórios, o que já se tornou possível em vários Estados. Qual a importância desse tal Feliciano? Acorda Brasil!

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  1. Gabriel Monteiro disse:

    Concordo com vc, na Justiça as conquistas foram grandes. Mas quando vc coloca na fala de um deputado palavras de homofobia, isto gera sim, violência. Violência nas ruas. Gays apanhando e morrendo porque algumas pessoas acham que podem fazer isso. Gay é coisa de demônio então posso bater, posso matar porque Deus está do meu lado. E o mesmo acontece com negros, nordestinos, terreiros de candomblé sendo atacados e destruídos. É isso que se está falando. Da vida cotidiana. Se todo mundo que sofre preconceito fosse buscar a Justiça a cada agressão seria uma prova de que a Lei está fraca, sem efeit

    • Mario disse:

      De quem violência tu tá falando? Quantos homosexuais morreram pelas mãos de evangélicos influenciado pelo dito pastor?
      Antes de falar presta atenção nos dados.
      O próprio movimento LGBT já publicou os dados sobre assassinatos de homosexuais e na lista de assassinos não consta um único evangélico, pelo contrário, a maioria morreram em docorência de crimes passionais praticados pelos próprios parceiros.

  2. Arno Frank Schropfer disse:

    Não sou a favor de Feliciano no cargo e nem contra, o causa espanto nessa polêmica é que a viadagem levou séculos para assumir o que são e agora querem que todo o mundo engula a sua opção e mais, querem um status social que nenhum outro brasileiro tem. Tenha dó! Não sou homofóbico, por enquanto, mas, a continuar estes exageros, já, já serei mais um. Está me dando nojo profundo disso tudo…

  3. Guilherme de Oliveira disse:

    Eu concordo com Marco Feliciano pois essa sociedade precisa abrir os olhos praas coisas q estao acontecendo, em q mundo gays podem constituir uma família se pra ter filho é preciso de um homem e uma mulher!!! epor outro lado nao sao as atitudes dele q encomodam verdadeiramente e sim por ele ser um pastor evangelico que fala o que pensa sem medo das consequencias porque protege a idéia q familias devem ser constituidas por pai, mãe e filhos… as pessoas estao tão acomodadas com a falta de boas atitudes que quando um aparece e toma uma atitude dessas fazem de tudu pra ir contra essas idéia.