Fui ingênuo e ela se deu bem!

Rogério (nome fictício) está revoltado por ter que dividir o valor do apartamento com sua ex namorada. Ele afirma que o imóvel está registrado apenas em seu nome, sem qualquer menção ao nome dela, mas foi comprado no período de ‘namoro’. A Justiça considerou sua relação como de União Estável pois ele a incluiu no plano de saúde da empresa, visando um tratamento de tiróide, e acabou sendo prejudicado. Ele pensa em fazer uma loucura. Você tem algum conselho para Rogério?

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