A modelo Carol Francischinni continua com o jogo da batata quente sobre a paternidade de sua filha. Vários nomes já foram sondados e alguns casamentos abalados, mas a batata só vai parar na mão do verdadeiro pai quando a menina tiver maturidade e vontade de saber sobre a sua origem.

Assim como várias mulheres modernas que não encontram seu sapato velho, Carol optou por permanecer descalça e manter o monopólio sobre a filha. Só que a produção independente pode esbarrar no direito da criança pela referência paterna.

Em regra, a mãe solteira que registra o filho sem o nome do pai deve preencher um termo de alegação de paternidade no cartório com os dados do genitor, que será notificado para responder em 30 dias. Em caso de recusa, o Ministério Público deve iniciar a investigação de paternidade independentemente da vontade da mãe. Tudo pelo direito da personalidade dos filhos menores que têm prioridade absoluta sobre qualquer outro direito.

Ah! é bom lembrar que aqueles que se negam a fazer o exame de DNA podem ser considerados pais por presunção. Tem celebridade que já saiu do jogo da batata quente por conta do tal exame, apesar da curiosa semelhança dos olhos azuis. Outros continuam com o risco de queimar as mãos e o passado da própria filha.

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