Em tempo de igualdade nas relações afetivas, a mídia vem usando a duvidosa sexualidade do deputado Gabriel Chalita como chamariz para as notícias sobre corrupção, enriquecimento ilícito, fraudes e improbidade administrativa que o cercam.

Na semana passada, um ex-assessor dedo-duro do então deputado entregou ao Ministério Público um dossiê que justifica o espantoso aumento da riqueza de Chalita na ordem de 1.950% após o ingresso na carreira política. Os documentos incluem a aquisição de três imóveis durante a relação de amizade entre o alcaguete e o deputado, obras realizadas em seu apartamento à custa de empresa beneficiada pelo governo, contas no exterior e participação em offshores.

Opa! Qualquer semelhança com a prova pré-constituída para uma ação de dissolução de união estável com partilha de bens, é mera coincidência…
Só que produto de crime não entra, tá?

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