A relação tríplice entre o presidente francês François Hollande, sua companheira Valérie Trierweiler e a amante, a atriz Julie Gayet, virou escândalo na imprensa francesa, apesar da falta de ineditismo no palácio do Eliseu.

O rendez-vous presidencial foi divulgado pela revista Cover, que já ocupa o banco dos réus por invasão à privacidade. De fato, naquele país a mídia costuma separar a vida privada da política, o oposto do estilo americano.

O presidente François Mitterant, por exemplo, manteve uma amante por catorze anos e o caso só apareceu pela exposição da filha, já adolescente, dessa relação paralela. Também abafaram o caso do presidente Valéry Giscard d’Estaing que bateu com uma Ferrari às quatro horas da manhã ao lado de uma mulher bem mais nova que sua esposa. Já Nicholas Sarcozy viveu o outro lado da moeda, foi traído pela esposa pouco depois de assumir a presidência, mas fez questão de expor a vida privada ao se casar com Carla Bruni, recebendo críticas dos franceses pelo jeito americano de fazer política e acabou perdendo as eleições para Hollande cuja imagem era do homem comum francês.

O que não se sabia é que a atual primeira-dama, Valérie, também foi amante de Hollande e agora vem sentir na pele a dor da mulher traída. A fila andou para ele e em breve a ex-amante perderá o posto de companheira para a atual amante mais jovem e assim por diante, confirmando o perfil do presidente desse tal homem comum… e põe comum nisso.

Viva o diferente!

 

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