Andressa Mendonça mergulhou de cabeça nas águas de Cachoeira, antes mesmo do fim do casamento com o senador Wilder Morais.

Como a traição não traz qualquer reflexo para o divórcio, Andressa ficou com a guarda dos filhos e sua parte na partilha de bens, valor suficiente para virar empresária no ramo de lingerie fina. Pena que o vestuário não era apropriado às visitas íntimas no xilindró, pelo tempo em que Cachoeira cumpriu parte da pena de prisão decorrente da operação Monte Carlo.

No momento, o contraventor está solto para recorrer em liberdade, mas o habeas corpus não foi eficiente para livrá-lo do matrimônio, organizado às pressas pela mulher. Calma Andressa!

Parece até que já sabiam do posterior bloqueio de mais de R$100 milhões em bens distribuídos entre laranjas e empresas fantasmas. Digo isso, pois o casamento com pacto antenupcial de separação de bens pode ser uma ótima forma de proteger alguns bens, se colocados em nome da esposa. Aliás, usar o nome do cônjuge e do cunhado para este fim parece não ser nada inédito para Carlos Cachoeira…

Ah, quanto ao Senador Wilder, apesar de amigo de Cachoeira, entrou na vaga de suplente do ex-senador Demóstenes Torres, que teve o mandato cassado por ser amigo de Cachoeira… deixa pra lá.

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